Ao longo da humanidade, alguns homens marcaram seu tempo não apenas por feitos concretos, mas pela capacidade de tocar consciências. Jesus Cristo trouxe uma mensagem de amor, perdão e transformação interior que atravessa séculos. Mahatma Gandhi mostrou que a firmeza pode caminhar com a não violência. Ayrton Senna, mesmo fora do campo político, inspirou um país inteiro com disciplina, fé e um senso quase espiritual de missão. John F. Kennedy mobilizou uma geração com ideias de coragem e responsabilidade coletiva.
Cada um, à sua maneira, despertou algo que já existia nas pessoas: a capacidade de acreditar, de resistir, de se transformar.
Quando trazemos o pensamento para a atualidade e nos deparamos com a evidente capacidade de liderança de Jair Messias Bolsonaro, entra-se em um campo mais sensível, porque ele é uma figura contemporânea, que desperta sentimentos intensos — de apoio e também de crítica. Isso não diminui o fato de que, para muitos entre os quais me incluo, ele representa valores como coragem, enfrentamento e sacrifício pessoal em nome de uma visão de país e de família, Deus e Liberdade. Para outros, há discordâncias profundas. E essa diversidade de percepções também faz parte da realidade de líderes que marcam épocas.
Mas talvez o ponto mais poderoso do meu texto esteja além de qualquer nome específico.
É a ideia de que líderes carismáticos não criam força — eles revelam a força que já existe dentro das pessoas. todos esses líderes — que citei— apontam para o mesmo lugar:
a capacidade humana de se reconstruir, de se posicionar e de buscar um mundo melhor, mesmo em tempos difíceis.
E nesse ponto, ressalto o poder da FÉ!
Quando pessoas se unem em oração, independentemente de posição política, existe um movimento interno e coletivo de intenção. A oração, para muitos, não muda apenas circunstâncias externas — ela reorganiza o coração, acalma o espírito e fortalece a esperança. E esperança é uma energia transformadora.
Estamos em tempos de joelhos no chão e muita oração... por nós... pelo país... por todos os verdadeiramente oprimidos... pelas vítimas e pelos algozes...
Há que chegar em breve a bonança... a brisa fresca e suave dos tempos de tranquilidade mas crescimento... em todos os sentidos...
Porque o maior dos líderes carismáticos se doou por nós... a Ele nossa gratidão... ao tempo... nossas orações!
E plagiando um mineiro do bem: Domingou bebê! Quem orou fez bem! Que não orou, corre lá que ainda dá tempo!