Por que escolhi escrever
Eu escolhi escrever porque há sentimentos que não cabem apenas no silêncio.
Porque a vida, às vezes, pesa — e a palavra escrita me ajuda a respirar.
Escrevo porque minha fé me sustenta, mas também me convida a refletir, a agradecer e a confiar mesmo quando não entendo tudo. Escrever é uma forma de oração: é quando falo com Deus e, ao mesmo tempo, comigo mesma.
Escrevo porque a vida me ensinou sobre amor, alegria e também sobre dor. A perda deixou marcas profundas em mim, mas não me tirou a capacidade de amar, de perdoar e de seguir em frente. Pelo contrário: me ensinou que a superação não é esquecer, e sim continuar com o coração limpo.
Escrevo por causa da minha família — meus filhos, meus netos, minha cachorrinha — que são meu chão, meu colo e minha força diária. Eles me lembram todos os dias que vale a pena continuar acreditando.
Escolhi escrever porque acredito que palavras podem acolher, consolar e iluminar. Talvez alguém chegue até aqui carregando uma dor parecida com a minha, ou apenas buscando um pouco de esperança. Se uma frase fizer companhia, já terá valido a pena.
Este espaço não é sobre perfeição.
É sobre fé, superação e família.
É sobre transformar a dor em amor — um dia de cada vez... cada dia um pouquinho... até o reencontro!