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sexta-feira, 3 de abril de 2026

No dia de hoje, minha gratidão ao Cristo e a Virgem Mãe - a mulher que me ensinou a caminhar pelo luto por um filho!


Hoje, na Sexta-feira da Paixão, meu coração não contempla apenas a cruz de Cristo… ele revive a minha própria.

Eu, como mãe enlutada, conheço a dor que rasga, que cala, que transforma para sempre. Perder um filho de forma brutal não é apenas dor — é a inversão da vida, é um vazio que não encontra explicação.

E é por isso que, hoje, eu olho para Maria.
A Virgem Mãe não é apenas símbolo de fé… ela é espelho. Ela também viu seu filho sofrer, também enfrentou o impossível, também permaneceu de pé quando tudo dentro dela já havia caído.

Nós, mães enlutadas, somos todas Maria.
Na dor que nos atravessa.
Na ausência que grita.
Na força que não sabemos de onde vem.
E talvez seja nela que encontramos um sopro de sentido… não para entender, mas para continuar.

Hoje, mais do que nunca, eu não celebro — eu sinto.

E no silêncio da minha dor, eu me uno à dela.
Porque só uma mãe sabe.
E Maria sabe.

À todas as minhas amigas irmãs! Somos todas Marias! Amo vocês! Nossa dor nos une e nossa união nos fortalece!