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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Reflexões sobre vacinas e amadurecimento...


Antes mesmo de qualquer diploma pendurado na parede, existe um aprendizado que nenhuma universidade é capaz de oferecer: o diploma conquistado na escola da vida. Com o passar dos anos, percebi que o amadurecimento espiritual e a experiência nos ensinam a enxergar nuances que muitas vezes escapam aos olhos de quem conhece apenas a teoria.

Foi assim que vivi a pandemia.
Eu não tomei a vacina. Não foi uma decisão política. Nunca foi. Minha inquietação era outra. Como professora, aprendi desde cedo a importância das vacinas e sempre reconheci o papel fundamental que elas tiveram na história da humanidade. Mas também aprendi que, tradicionalmente, elas passam por longos anos de estudos, pesquisas e testes antes de chegarem à população.

Naquele momento, senti que ainda havia perguntas sem respostas. Resolvi esperar e assumir as consequências da minha escolha.
Contraí a COVID-19. Fiquei gravemente doente. Tenho uma cardiopatia importante e sabia dos riscos que corria. Felizmente, mantinha uma rotina de suplementação e de cuidados com a alimentação, o que acredito ter ajudado meu organismo. Ainda assim, o vírus deixou marcas e maltratou meu coração.

Hoje, quando acompanho as discussões, as investigações, as revisões de estudos e as diferentes interpretações que continuam surgindo sobre aquele período, sinto um profundo alívio por ter seguido a minha consciência. Não porque deseje provar que alguém estava errado, mas porque agi de acordo com aquilo que, naquele momento, minha experiência, minha fé e meu discernimento me indicavam.

Na minha família, fui a única pessoa adulta que fez essa escolha... Graças a Deus meu filho e minha nora não vacinaram as crianças! E, olhando para trás, continuo em paz com ela. O tempo pode não responder a todas as perguntas, mas me ensinou que viver de acordo com a própria consciência, assumindo os riscos e as responsabilidades das próprias decisões, também é uma forma de liberdade.