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segunda-feira, 27 de julho de 2026

GRATIDÃO QUE TRANSBORDA!

"As palavras são como sementes. Quem as planta raramente vê todas as flores que nascerão. Mas Deus vê. E é Ele quem faz germinar aquilo que foi escrito com amor."

140.416 vezes, alguém parou para ler uma palavra.

Hoje, meu coração só conhece um sentimento: gratidão.

Quando criei este blog, não imaginei números. Imaginei um lugar onde eu pudesse transformar minhas dores em palavras, minhas perdas em esperança e minha fé em companhia para quem também atravessa momentos difíceis.

Escrevo sobre família, superação e fé. Escrevo sobre o cotidiano, sobre o luto, sobre recomeços, sobre a alegria e sobre as pequenas vitórias que tantas vezes passam despercebidas.

Não escrevo para agradar uma bolha nem para seguir tendências. Escrevo aquilo em que acredito, respeitando quem pensa diferente, mas sem abrir mão da minha essência.
Não tenho patrocinadores. Não tenho equipe de produção. Não tenho assessoria, marketing ou grandes recursos.

Tenho apenas um computador, um coração cheio de histórias e uma enorme vontade de mostrar que é possível continuar vivendo, mesmo depois das maiores tempestades.
Se essas palavras chegaram tão longe, foi porque cada um de vocês decidiu levá-las adiante.

Cada leitura, cada compartilhamento, cada comentário e cada gesto de carinho me lembram que vale a pena continuar escrevendo.

Minha gratidão é imensa.

Que Deus continue abençoando este espaço e cada pessoa que passa por aqui. Enquanto Ele me conceder inspiração, continuarei fazendo o que sempre fiz: escrevendo com verdade, com fé e com amor.

"Se uma única pessoa encontrou esperança em minhas palavras, então cada linha escrita já valeu a pena." 

Muito obrigada por caminharem comigo.

Ps: Dra Danielle Hassene vc é a maior responsável por isso! Deus a abençoe!




terça-feira, 19 de maio de 2026

Depois de 10 anos encontrei meu eixo...


Muita gente me pergunta como consegui, agora em 2026, voltar a postar quase todos os dias no blog.

Inspirações nunca me faltaram. Mas inspiração sozinha não sustenta ninguém quando a mente está cansada, ferida ou perdida de si mesma.

Depois de 10 anos de terapia, de tratamento psiquiátrico, de medicações e de muito enfrentamento interno, consegui reencontrar meu eixo. E isso não aconteceu por acaso.

Seguindo o conselho e sendo acolhida por aquela que literalmente ajudou a salvar meu psiquismo e minha estrutura emocional, a doutora Danielle Rodrigues Hassene, fui aprendendo, aos poucos, a voltar para mim mesma.

Hoje consigo escrever novamente com constância. Consigo transformar dor em reflexão, saudade em palavras, e pensamentos em algo que talvez também ajude outras pessoas.

E se eu pudesse deixar um conselho para alguém que esteja vivendo ansiedade, depressão, angústia ou qualquer sofrimento emocional, eu diria: procure ajuda.
Se puder, faça terapia. Procure um psicoterapeuta, um psicólogo, um psiquiatra.

 Não trate a saúde mental como algo menor.
E se as condições financeiras forem difíceis, procure os CAPS do seu município. O serviço público pode ser um apoio fundamental para muita gente.

Nós aprendemos desde cedo a cuidar da saúde física, mas os tempos atuais têm mostrado, cada vez mais, o quanto a saúde mental também precisa de atenção, acolhimento e tratamento.

Pedir ajuda não é fraqueza. Às vezes, é exatamente o primeiro passo para voltar ao próprio eixo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Por que escolhi escrever... um alento para o continuar...



Por que escolhi escrever

Eu escolhi escrever porque há sentimentos que não cabem apenas no silêncio.
Porque a vida, às vezes, pesa — e a palavra escrita me ajuda a respirar.

Escrevo porque minha fé me sustenta, mas também me convida a refletir, a agradecer e a confiar mesmo quando não entendo tudo. Escrever é uma forma de oração: é quando falo com Deus e, ao mesmo tempo, comigo mesma.

Escrevo porque a vida me ensinou sobre amor, alegria e também sobre dor. A perda deixou marcas profundas em mim, mas não me tirou a capacidade de amar, de perdoar e de seguir em frente. Pelo contrário: me ensinou que a superação não é esquecer, e sim continuar com o coração limpo.

Escrevo por causa da minha família — meus filhos, meus netos, minha cachorrinha — que são meu chão, meu colo e minha força diária. Eles me lembram todos os dias que vale a pena continuar acreditando.

Escolhi escrever porque acredito que palavras podem acolher, consolar e iluminar. Talvez alguém chegue até aqui carregando uma dor parecida com a minha, ou apenas buscando um pouco de esperança. Se uma frase fizer companhia, já terá valido a pena.

Este espaço não é sobre perfeição.
É sobre fé, superação e família.
É sobre transformar a dor em amor — um dia de cada vez... cada dia um pouquinho... até o reencontro!