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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Aviso

Meninas, tenho no Facebook, uma página cujo nome é: Mães da Violência e Esquecidas - MEVE.

PROCUREM SER ADD...PROCUREM MÃES DA VIOLÊNCIA...VAMOS DISCUTIR O PORQUE QUEM NOS DEVERIA AJUDAR NOS ESQUECE? NOSSOS GUERREIROS ESTAO SENDO ABATIDOS SEM DIREITO A UMA DEFEDA DIGNA!

Essa é a cara de uma mae coragem!

domingo, 27 de maio de 2018

Um novo canal para as mães da violência

Hoje, ao ler a reportagem do @robertosoares no Jornal Extra, fiquei pensando muito em nós, as mães da Violência... Os números que comprovam a incapacidade dos órgãos de direito nos darem uma explicação são irrefutáveis... A incompetência é gritante...em todos os sentidos... Não há material necessário, não há contingente necessário e a disputa com o crime organizado é injusta pois, eles são mais organizados, melhor aparelhados e não tem medo de nada!
Não estou aqui fazendo campanha contra a polícia! Quem me conhece sabe o quanto defendo esses guerreiros sejam da civil, da PM, da federal! O que infelizmente atrapalha e muito é a vaidade, a arrogância e as aspirações políticas de muitos dos chefões!
Pensando em nós e nos nossos imensos pontos de interrogacões, resolvi criar um grupo: Mães da violência e sem resposta! Quem estiver dentro do perfil aqui, me manda MSN pelo menseger com nome, celular, nome do anjo ou anja, data de desencarne e se quiser, pode contar como foi.
Quem quiser pode me add no Facebook: Márcia Maralhas Olivieri




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Vivendo um eterno subir e descer de elevador...


Eu já disse aqui algumas vezes que a vida de uma mãe enlutada não é fácil! A vida mais parece como um elevador, às vezes uma montanha russa, em outras um trem fantasma... A gente sabe como está, mas nunca podemos afirmar que estaremos do mesmo jeito daqui a um mês, ou a uma semana, ou amanhã.

Estou em uma semana de quedas... Às vezes me imagino um náufraga: eu afundo e vejo, ao olhar para a margem,  pedaços de madeira em que poderia me amparar e nado, nado, mas não consigo chegar lá. É tudo tão sufocante... Tão pesaroso... E isso me causa uma decepção... Desânimo.

Hoje eu fiz uma coisa ruim. Eu estava muito triste e muitos são os motivos para isso: a saudade do Bruno, a inatividade da DH da capital, assuntos de trabalho que não tenho ânimo para resolver, problemas domésticos e a ida do meu marido para Campos dos Goytacazes... 

Ficar sem ele comigo é como me quebrar as muletas... E num momento sozinha, eu trinquei os dentes! Aliás, venho fazendo muito isso depois da partida do Bruno. O tal bruxismo está acabando com meus dentes! Hoje, eu trinquei tão forte que senti um estalo... Pronto, o dente ficou mole! Eu cutuquei ele e percebi o estrago e doeu... Não dor de dente, pois ele não estava estragado, mas uma dor na gengiva... Uma dor na carne! E num impulso sem controle, peguei um algodão e arranquei o meu dente! Ah, Senhor! Quanto prazer em sentir aquela dor... aquela mutilação!

E então, me lembrei da Drª. Danielle Hassene, minha psiquiatra, conversando comigo quando no início do luto, eu arrancava meu cabelo... "Quanto prazer nos dá sentir essa dor, não é Márcia? Parece que ela adormece a dor do luto, não é?"

E agora, eu estou aqui... Me abrindo para vocês... envergonhada de todas as maneiras... decepcionada comigo mesma e triste porque sei que essa não era a mulher que inspirou esta declaração:


"Amor de mãe sou eu... amor de mãe sou eu... amor de mãe sou.... amor de mãe...." ♪♫♩♫♭ 
Se eu puder herdar um terço da força dessa mulher para conseguir superar as dificuldades da vida, sempre com pensamento de ajudar o próximo, sem preconceitos, sempre com muito amor, tenho certeza que poderei ultrapassar qualquer obstáculo que vier pela frente. E olha que a vida nunca foi... e continua não sendo fácil pra ela.
Obrigado por ter me escolhido para ser seu filho, obrigado pela oportunidade de poder compartilhar essa vida com vc, obrigado por todo amor e compreensão. Perdões minhas falhas, meus excessos, minha intolerância.
Te amo. Feliz dia das mães. — com Márcia Maralhas Olivieri."


Ele escreveu isso no seu Instagram num Dia das Mães! Me perdoa, meu filho! Só estou cansada... muito cansada! E você sabe disso e, por isso, me aconselhou a retroceder... descansar... para depois continuar!

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

E ontem veio mais uma cartinha do meu anjo...


Veja o vídeo no link abaixo: 


Eu agradeço a Deus, a toda espiritualidade amiga, ao mentor do médium Hamilton Junior, ao Hamilton Junior e ao meu anjo Bruno pela oportunidade da mensagem!

Como foi difícil escutar a leitura daquela carta... Embora ela fosse consoladora e até certo ponto esclarecedora, muito me doeu saber que meu filho sentiu todas as dores e medos que antecederam ao seu desencarne! Como me doeu saber o quanto ele se entristeceu em descobrir que ao contrário do que pensava, ele não estava entre amigos! E ele mais uma vez disse que eu não estou errada. Que meu coração não me engana!

A carta do meu filho foi a segunda a ser lida! 

E como vocês acham que fica o coração de uma mãe quando percebe que suas suspeitas estão corretas?

É como viver sim, as dores de um parto ao contrário!

Ando tão cansada que nem tenho vontade de fazer mais nada... e sabem quem me joga para cima e diz: "Vamos lá... Vamos reagir... JUNTAS SOMOS FORTES!" Minhas amigas irmãs do G.A.M.E.!


São elas e eles que, com sua dor, me ajudam a levantar todos os dias e agradecer a Deus por mais este... Por menos um dia... Sempre a caminho do reencontro!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A oscilação de humor... Ou o porquê de ter estado afastada por tanto tempo.

Vida de mãe enlutada não é nada fácil e muito menos é regrada! É uma oscilação de humor... de confiança... de caminhar! Somos frutos do nosso vazio... da nossa amputação! Somos mistura da vontade de sumir com a necessidade de permanecermos vivas para usufruirmos do convívio com os que ficaram... E mãe enlutada com mais filhos vive conflito e culpa; uma culpa por não ser completa para com os filhos que ficaram. Elaborar o luto é um exercício difícil e que demanda tempo. Precisa de solidariedade, de paciência, de comunhão!

Muitas de nós só consegue sobreviver fazendo das lembranças do passado um diário de alento para alimentar o dia a dia. Outras tantas arquivam suas mágoas e buscam entrar de cabeça em tarefas diárias para camuflar o que o corpo e a mente insistem em lembrar.

E algumas de nós entendem que continuar é parte de seu compromisso com o divino e passam a se dedicar a tantas outras amigas irmãs, movimentando assim a lei do amor maior - o amor que o Cristo encarnado nos ensinou.

Confesso que sou uma mistura complicada de todas elas, mas estou buscando meu eixo, meu ponto de equilíbrio. Me afastei um tempo do blog por dois motivos... O primeiro, porque perdi uma amiga de muitos anos e que era para mim como uma irmã de muitas vidas! Ela também era muito ligada ao meu Bruno, antes e depois da passagem.

E não foi fácil perceber que estou em uma idade em que as perdas são em número maior que os nascimentos! E isso é assustador! O segundo motivo foi porque logo após veio este período melancólico das festas de fim de ano... Eita! Como estas datas reviram nossas emoções e lembranças!

Bem... Agora estou de volta! E com um propósito de tornar o blog uma ferramenta ativa de encontros com vocês, minhas amigas e meus amigos! Sigam o blog e deixem sempre aqui registrada a opinião de vocês... E sugiram temas a serem abordados, afinal o blog é nosso!









domingo, 5 de junho de 2016

Dom Orani se reúne com mães de jovens vítimas da violência no Rio...

No dia da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, o Cardeal Orani João Tempesta, acolheu no Edifício João Paulo II, mães que perderam seus filhos vítimas da violência urbana da cidade do Rio de Janeiro.

O encontrou contou também com a presença dos responsáveis pela Assistência Religiosa aos Adolescentes Privados de Liberdade na Arquidiocese do Rio, padre Gilvan André da Silva e o diácono Roberto dos Santos, e promotora pública e coordenadora da Tutela Coletiva Infracional do Estado do Rio de Janeiro, Janaína Pagan.   


As mães pediram o encontro com Dom Orani na certeza de ouvirem uma palavra de conforto e com o desejo de falar sobre a impunidade e a ausência do Estado, que potencializam o aumento da dor de quem, assim como Maria viu seu filho ser crucificado, perdeu a guerra para a violência.

Mãe do policial civil Eduardo da Silva Oliveira, de 25 anos, assassinado por um colega em 2012, Rosemar Vieira da Silva participou do encontro e ainda hoje luta por justiça. O assassinato do Eduardo me causou outra morte. Eu morri naquele dia 19 de abril de 2012”, disse emocionada. 

Já o filho de Maria de Fátima foi executado por policiais na comunidade Rocinha, Zona Sul do Rio. O meu celular tocou e era um amigo da família que minha filha havia pedido para me ligar informando. Ele disse: “Fatinha, a Mirelle pediu pra eu te ligar e mandou te dizer que a polícia acabou de matar o Hugo””, contou Maria de Fátima aos prantos.  

O Ano Santo da Misericórdia foi lembrado no encontro com maior ênfase sobre a importância do perdão. Filho único de Jane Albuquerque, o lutador Marco Jara foi morto por um adolescente durante um assalto. A mãe da vítima conseguiu perdoar o assassino. Eu segurei nas mãos dele e, de joelhos, olhei nos olhos dele e perdoei. O ódio mata e o perdão me salvou”, afirmou Jane.

Dentre as diversas solicitações feitas pelas mães a Dom Orani, destacaram-se o pedido de ajuda para que a Igreja auxilie no acompanhamento dos processos, na busca por justiça, no cuidado com a saúde psicológica e física das mães e no auxílio de recursos básicos para a sobrevivência, muitas vezes omitidos pelo Estado.  


Cartilha do Luto


Formado por mães que perderam seus filhos, o “Instituto Mães SemNome” vai lançar no dia 08 de junho, às 11h, na Fundação Getúlio Vargas, a “Cartilha Jurídica do Luto: orientações práticas e jurídicas aos familiares”, que aborda os desdobramentos de um episódio de morte. (Veja no menu ao lado o link para o evento)

"A importância de elaborar a cartilha está no fato de que, mesmo sendo um tema árido e desestabilizante, é absolutamente necessário estarmos bem informados para tomarmos decisões”, disse a presidente do instituto, Márcia Noleto.

Para a difícil tarefa, o Instituto Mães SemNome contou com a Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getúlio Vargas (FGV Direito Rio), especificamente com um grupo de alunos de graduação da FGV Direito Rio, orientados pela advogada Ana Paula Sciammarella, supervisora da Clínica LAJES (Laboratório de Assistência Jurídica a Organizações Sociais).

Na ocasião, haverá um debate sobre políticas públicas para o luto, com a presença de Andrea Sepúlveda, defensora pública e subsecretária de Defesa e Promoção de Direitos Humanos; José Muiños Piñeiro, desembargador do Tribunal de Justiça do RJ e colaborador da revisão jurídica da cartilha; e Valéria Velasco, presidente do Comitê Nacional de Vítimas de Violência. A mediação será de André Mendes, coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da FGV.

A partir do dia 08, a cartilha poderá será compartilhada online, por meio do website do Instituto Mães SemNome (www.maessemnome.com.br) e da Biblioteca Digital da Fundação Getúlio Vargas (http://bibliotecadigital.fgv.br).

Fonte: ArqRio

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Quando se tem dentro do peito a sensação de que está fazendo a sua parte...


Hoje, durante uma conversa no grupo do G.A.M.E, no WhatsApp, resolvi encorajar o meu amigo Elder Alberto Maceira a falar sobre o luto dele e  que influência tinha um grupo de ajuda neste processo... A resposta veio através de um depoimento por vídeo no Facebook.


A minha emoção foi imensa... Chorei por um bom tempo... A cada frase dita com uma dificuldade que só quem passa por isso entende, eu me conscientizava que estou no caminho certo! Tive a certeza que juntos somos muito fortes!

O Elder é marido da Cassia, eles são de São Paulo e perderam a anja deles em um acidente durante o posicionamento dela em um selfie macabro. A Clarinha pensou em fingir estar se enforcando e tirar um selfie... Desequilibrou do banco e acabou caindo e fraturando o pescoço. Uma tragédia!!!!!!

Este casal é especial... Eles juntos compõem uma família de 07 filhos... Bem assim: os meus... os seus... e os nossos! Ops! Esses nossos são 03 crianças adotadas... 03 irmãos filhos de uma família destruída pelo crack!

Conversei com a Cássia pela primeira vez de madrugada, pelo Facebook. Eu estava dormindo e sonhei com meu Bruno me pedindo para acordar e entrar no face... Acordei e encafifada com o sonho, resolvi ligar o notebook e entrar no Facebook... De cara apareceu uma página que sigo sobre mães que perderam seus filhos tragicamente... Lá, a Cassia postava uma dor desmedida... Uma sugestão de que iria se matar... Senti uma vontade imensa de colocá-la no colo e dizer: pode chorar comigo, eu conheço a sua dor! Daquele dia em diante, nunca mais deixamos de nos falar... Até que ela chegou via internet, no G.A.M.E.




No feriado de São Jorge, eles vieram ao Rio e foram a Mangaratiba me ver! Foi uma felicidade sem tamanho!

Hoje, se eu tivesse que escrever sobre GRATIDÃO, eu escreveria: "Senhor, mesmo diante desta dor dilacerante que me consome todos os dias, eu lhe agradeço pela oportunidade de estar fazendo parte disto"!

Que muitos pais se sintam encorajados a fazer o mesmo! E que o mundo entenda de uma vez por todas: perder um filho é romper com toda lei de coerência da vida e que sentir esta dor independe de gênero... Nesta dor, somos todos iguais! Nesta dor, Somos Todos Um!

E para finalizar, deixo uma música para reforçar a idéia de que sempre que precisarem, EU ESTAREI AQUI!


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Psicografia do Obreiros de Jesus... Onde meu menino escolheu para enviar alentos para mim!


Frequento o Obreiros de Jesus desde setembro do ano passado... 



Nesta casa de Luz, encontrei a sintonia exata para receber mensagens de alento do meu menino... nunca precisei contar nada da minha vida... assisti a uma palestra sobre espiritismo no dia marcado e no sábado seguinte fui para a reunião com uma foto do meu menino com o nome dele e data do desencarne... Foi ultra emocionante. 



Cheguei lá pelas mãos caridosas da família " AMOR ALÉM DA VIDA", NUNCA HAVIA IDO LÁ... Não conhecia ninguém por lá... E a cartinha recebida foi de uma verdade incontestável... Com o tempo vou postar as cartas recebidas...


Por enquanto, deixo aqui o link do Obreiros de Jesus, para que se algum de vocês queiram ir o possam fazer: 




Copiem e colem, por favor!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Bom dia, amigas! Com fé e com vocês, me sinto forte!


Nada consegue substituir a força que uma mãe enlutada dá para outra! Essa relação de iguais nos torna irmãs gêmeas! Provei do doce sabor deste amor estes dois dias, quando minhas amigas irmãs do G.A.M.E. ao perceberem minha recaída se uniram em oração e revezamento para conversar comigo... 

É... Juntas Somos Fortes!  E vocês amigas que ainda não procuraram um grupo de ajuda,  o façam!  Eles salvam vidas!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Reunião do Grupo de Ajuda a Mães Enlutadas - G.A.M.E.

Se um dia me perguntarem como consegui, a resposta será mais que ato reflexo, será um ato de consciência agradecida: sobrevivi graças ao G.A.M.E.!

Sobrevivi um dia de cada vez... Sobrevivi, descobrindo que juntas "Somos Fortes"!


quinta-feira, 12 de maio de 2016

E por mais que minha dor e minha saudade sejam grandes, não consigo ficar distante da dor de outras mães...



Com o tempo vou contando para vocês a minha saga. No entanto, preciso dizer que não teria conseguido sem minhas amigas irmãs do G.A.M.E - Grupo de Apoio as Mães Enlutadas

Este grupo foi criado por uma jovem mãezinha que teve sua princesa num 30 de agosto e a desenvolveu para Pátria Espiritual exatos 30 dias posteriores. O nome dessa guerreira é Daniele Mendonça, a nossa Dani que junto com a Dayse, outra mãe enlutada do Anãozinho (#sqn) mais charmoso do pedaço, criaram o grupo no Núcleo Espírita Alan de Melo - NEAM, para ajudar outras mães enlutadas a passarem por seus lutos. Somos como irmãs... Sempre nos auxiliando em cada recaída e vibrando com cada avanço na busca do equilíbrio. Escolhemos VIVER! E escolhemos doar este amor preso em nosso peito a todos que dele precisam

Também devo muito ao Grupo AMOR ALÉM DA VIDA, grupo criado pelos pais guerreiros do menino João Hélio, que hoje já auxilia vários espíritos desencarnados em situação de violência como ele. Eles me encaminharam a Casa Espírita Obreiros de Jesus na Tijuca. 

Nesta casa já recebi 04 cartas psicografadas do meu Bruno Nicolau que muito alento me trazem. Na página inicial, coloquei o link das casas espíritas. Sabem, mãezinhas, paizinhos e familiares enlutados, descobri que fica menos pesado passar pelo luto quando encontramos pessoas que sofrem na pele a mesma dor que eu. 

Entendi que quando nos unimos na dor, o amor nos fortifica! Percebi, que neste mundo de expiações em que ora estamos encarnados, Deus reservou a nós mães, que conhecemos os dois lados da moeda: o amor incondicional e a pior e mais dura das dores, a missão de orar pela regeneração do mundo. Juntas... 

Unidas pela dor e sustentadas pelo amor solidário, temos a força e a fé necessárias para vibrar energias positivas e do BEM. Creio firmemente que somos as Marias encarnadas do Senhor!





* * *

PERDA DE ENTES QUERIDOS

"A dona de casa poderá perder uma agulha dentro do próprio lar e nunca mais encontrar.
O transeunte poderá perder um valor em dinheiro na via pública e nunca mais recuperar.

O milionário poderá perder sua fortuna e nunca mais lograr reavê-la.
Objetos e valores se perdem, almas não.
O ente querido que amamos, não o perdemos, com a morte. 
Ela pode tirá-lo temporariamente da nossa convivência física; nunca, porém, o perderemos.
Não se desespere com a morte de um ente querido, porque ele não deixou de existir, de sentir e de amar.
Respeite os desígnios de Deus e continue amando-o até o dia do reencontro.
Os laços de amor que nos unem uns aos outros, quando verdadeiros, são “inquebráveis”.
É possível perder-se o corpo, mas não se pode perder o sentimento nobre do amor, porque a morte é incapaz de matar os sentimentos".

(Do livro “Jesus no teu dia-a-dia”, capítulo 47, pelo Espírito José de Moraes, psicografia do médium Agnaldo Paviani, Editora Didier).

Uma música linda para vocês: