Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Entre os risos e o Silêncio


Os últimos quatro dias ainda moram em mim como um sonho do qual não acordei por completo. Estou meio anestesiada, como se o coração ainda não tivesse entendido que já passou.

A casa esteve cheia. Cheia de passos apressados, de risadas soltas, de vozinhas chamando “vó” a todo instante. Dormimos juntos, apertados numa cama de casal que, de alguma forma, parecia imensa — porque cabia amor demais ali dentro.

Acordávamos cedo, não por obrigação, mas por alegria. O dia começava com brincadeiras, comidinhas feitas com carinho, pequenos desejos atendidos como se fossem grandes missões. Cada gesto simples carregava um significado inteiro.

Foram dias maravilhosos. Dias que não pediam nada além de presença.
E então… eles foram embora.
Ontem.

Hoje, a casa amanheceu diferente. Silenciosa demais. Vazia de um jeito que ecoa.
Eu e o avô, sem combinar, saímos correndo para o quintal. Por um instante, tivemos certeza de ter ouvido eles nos chamando. Como se ainda estivessem ali, escondidos em algum canto da casa, esperando a gente aparecer para mais uma brincadeira.

Mas era só saudade.
Uma saudade viva, quase concreta, que ainda brinca de fazer a gente acreditar que o tempo pode voltar alguns passos.
E talvez volte… de outras formas.
Porque o que foi vivido não vai embora.

Fica.
Nos lençóis ainda bagunçados da memória, no cheiro das manhãs compartilhadas, e nesse amor que continua correndo pela casa — mesmo quando tudo parece em silêncio.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Sexta-feira da Paixão


Sexta-feira da Paixão ✝️

Hoje não é apenas um feriado.
É um convite ao silêncio… à pausa… à reflexão.

É o dia que nos lembra do amor levado até o extremo — um amor que não desiste, que perdoa, que se entrega mesmo diante da dor.

Em meio à correria, às distrações e aos compromissos, fica a pergunta:
o que estamos fazendo desta data?

Talvez não seja sobre deixar de viver o dia,
mas sobre como estamos vivendo.

Um pouco mais de silêncio.
Um pouco mais de presença.
Um pouco mais de empatia.

Que hoje possamos olhar para dentro, reconhecer nossas próprias dores e lembrar: nenhuma cruz é carregada sozinha.

Porque a Sexta-feira nos ensina algo essencial…

a dor não é o fim.

Depois dela, sempre vem a ressurreição 🌿

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Quinta-feira Santa! Temos seguido o exemplo de Jesus?

A Quinta-feira Santa é um daqueles dias que não passam apenas pelo calendário — eles atravessam o coração.

É a noite da mesa simples, do pão repartido, do gesto que se transforma em eternidade. É quando Jesus Cristo, mesmo sabendo de tudo o que viria, escolhe amar até o fim — não com discursos grandiosos, mas com gestos silenciosos, profundos e eternos.

Foi ali, na Última Ceia, que Ele nos deixou mais do que um ritual: deixou presença.

“Enquanto ceavam, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção, o partiu e o deu a seus discípulos dizendo:
Tomai e comei, isto é o meu corpo.
Tomando a taça, pronunciou a ação de graças e deu-a, dizendo:
bebei todos dela, porque este é o meu sangue da aliança, que se derrama por todos para o perdão dos pecados.”

Esse momento não fala apenas de fé — fala de entrega.
Fala de alguém que se doa por inteiro, que se faz alimento, que se faz caminho dentro de nós.

A Quinta-feira Santa também nos convida ao silêncio…
à reflexão sobre como temos nos oferecido ao outro.
Se temos sido pão — que alimenta, acolhe, sustenta.
Ou se temos sido ausência — mesmo estando presentes.

E talvez a pergunta mais profunda dessa noite seja simples:
o quanto de amor temos repartido?
Porque, no fim, a mensagem não está apenas no que Ele fez —
mas no que nós fazemos com isso todos os dias.!

quarta-feira, 5 de maio de 2021

O que Deus quer nos dizer?

Mais uma morte para nos impactar! Mais uma oportunidade para olharmos bem dentro de nós e fazermos questionamentos como: o que estou fazendo por mim? O que faço de verdade pelos meus? O que a ciência...a natureza e Deus estão nos acenando?


... é dificil entender...responder quando estamos tão confusos...amedrontados... 


O que enxergo nestes ultimos dias do Paulo Gustavo é que o tempo é de Deus! Que devemos lutar bem antes do mal se instalar para que não tenhamos que enfrentar o medo fragilizados! E acima de tudo: Deus é maravilhoso...Permitiu um sopro de melhora para que o Paulo Gustavo e o Thales se despedissem mostrando um ao outro a força do amor!

Vá com Deus Paulo Gustavo! O medo acabou...procure a Luz no fundo deste túnel! Reencontre os seus e após o sono de recuperação volte a ser Luz em nossas vidas! 

Nossos amores nunca morrem! Só passam a viver em um universo acima de nós!