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domingo, 22 de março de 2026

Afinal é entre você e Deus!

Um arrependimento que eu não tenho.

Na minha juventude, eu sonhava em me casar e ter filhos. E assim foi. Conheci o meu príncipe encantado, casei com ele e, dessa união, nasceram dois filhos.

Sou profundamente grata a Deus por esses dois seres que tive o privilégio de gerar e acompanhar.

Não me arrependo de nada — nem do que fiz, nem do que deixei de fazer — para estar presente na trajetória deles, no caminhar pela vida.

Quanto ao Bruno… foram 34 anos vividos com amor, respeito e liberdade. Respeitei meu filho em suas vontades, em seus desejos… e também em tudo aquilo que ele escolheu não ser ou não fazer.

Assim como fiz com o Lourenço.
O aprendizado não foi fácil. Entendi, ao longo do tempo, que cada um tem a sua própria vida… e que respeitar é, muitas vezes, saber até onde podemos ir — e, principalmente, onde devemos parar.

É difícil. Muito difícil.

Mas eles não me pediram para nascer.
Dentro da minha fé, da minha crença na espiritualidade, eu sinto que, um dia, lá em cima, eles me perguntaram se eu aceitaria ser mãe deles… e eu disse sim.

E eu cumpri.

Fiz o que pude. Dei o meu melhor.
E não me arrependo.
Não me arrependo de cada minuto dedicado, de cada escolha feita, de cada renúncia silenciosa.

Porque amar também é isso.

E talvez seja assim com quase todas as mães…