segunda-feira, 18 de maio de 2026

QUANDO O AMOR PERMANECE...


Ainda estou profundamente emocionada com o desencarne do comandante Felipe.
E fico olhando as fotos… no Instagram, no Facebook… tentando entender como algumas pessoas conseguem transformar até a dor em testemunho de amor.

No meio de tudo o que vimos nesse último ano — a luta, a guerra diária pela sobrevivência, a coragem diante da doença — existe algo que me atravessa o coração de maneira muito forte: o amor deles.

O comandante Felipe foi exemplo de força. De resistência. De luta pela vida até o último instante. E sua história também nos faz refletir sobre o quanto o Rio de Janeiro precisa olhar com mais seriedade para a segurança pública, valorizando quem realmente conhece a guerra das ruas, e não entregando temas tão sérios nas mãos de amadores.

Mas hoje, meu olhar também repousa sobre Keidna Marques.
Essa mulher exemplifica o amor.
Um amor puro. Um amor dedicado. Um amor bíblico.

Porque amar também é permanecer. É cuidar quando o outro já não consegue. É sustentar esperança mesmo enquanto o coração sangra. É estar presente em cada consulta, em cada noite difícil, em cada silêncio, em cada oração.

Ao olhar para ela e para tudo o que fez durante esse processo, é impossível não enxergar a beleza de um amor verdadeiro.

Que Deus fortaleça essa mulher. Que Deus a ampare nos dias em que a saudade apertar. E que permita que ela atravesse esse período com dignidade, fé e força… mesmo sabendo que existem dores que palavra nenhuma consegue alcançar.

A régua: julgo você por mim!

Existe uma mania muito humana — e ao mesmo tempo muito injusta — de medir o outro pela nossa própria régua. Julgamos a dor do outro pela intensidade da nossa dor. Julgamos a força do outro pela nossa capacidade de suportar. Julgamos reações, sentimentos, escolhas e até limites emocionais com base naquilo que nós faríamos.

E talvez esteja aí um dos maiores erros da convivência humana.
Cada pessoa carrega uma história que ninguém vê inteira. Carrega marcas, medos, traumas, experiências, educação, criação, abandono, excesso de cobrança, falta de amor, excesso de responsabilidade… coisas que moldam profundamente sua forma de agir diante da vida.

Mas ainda assim, muita gente insiste em dizer: “Se fosse comigo, eu faria diferente.” “Eu no lugar dela já teria superado.” “Isso é fraqueza.” “É drama.” “É exagero.”
Não… talvez não seja.

Talvez seja apenas alguém vivendo uma batalha que você não suportaria viver nem por um dia.

Infelizmente, a maior parte das pessoas não percebe que julga o outro usando a própria estrutura emocional como referência. Só que aquilo que é fácil para um pode ser insuportável para outro. O que destrói uma pessoa pode não abalar outra. E vice-versa.
Há pessoas que suportam dores físicas absurdas e desmoronam emocionalmente por uma rejeição. Outras atravessam perdas gigantescas, mas não suportam pressão. Algumas conseguem trabalhar sob caos. Outras entram em colapso por excesso de cobrança.

E nenhuma delas está errada por isso.
Nem todo mundo nasceu com os mesmos recursos emocionais. Nem todo mundo teve apoio, acolhimento ou amor suficiente para aprender a enfrentar a vida da mesma maneira.

A empatia começa justamente quando abandonamos a arrogância de achar que nossa régua serve para medir o mundo inteiro.

Porque maturidade não é pensar: “Eu conseguiria.”
Maturidade é compreender: “Talvez eu nunca tenha vivido o que essa pessoa viveu.”
E talvez, se tivéssemos atravessado exatamente as mesmas dores, os mesmos abandonos, os mesmos medos e as mesmas noites em silêncio… agiríamos igual. Ou até pior.

Antes de julgar alguém, vale lembrar: aquilo que em você virou cicatriz, no outro ainda pode ser ferida aberta.

domingo, 17 de maio de 2026

Comandante Felipe / luto e revolta pela violência

Foto tirada do perfil do Instagram da viúva Kleidna.

Ele poderia ser meu filho… ou o seu… ou o da vizinha ao lado…

E hoje, uma família inteira chora.
Chora o homem que partiu cansado de uma luta de meses após o maldito tiro…

Chora a ausência na cadeira vazia, o silêncio da casa, os planos interrompidos.
E fica em nós esse grito preso na garganta: até quando?

Até quando pais e mães de família — civis ou militares — terão que morrer tentando nos proteger, sem sequer serem protegidos?
Então começam as fases do luto…

O entorpecimento… a negação… a revolta…
E talvez a revolta seja a pior delas, porque ela corrói por dentro.

Ela nos faz querer apontar culpados, gritar contra políticos, governos, leis frouxas, contra toda a estrutura que parece falhar justamente com quem trabalha, sonha e luta para sobreviver honestamente.

E eu entendo essa revolta.
Porque quem já perdeu um filho para a violência nunca mais olha o mundo da mesma forma.

Uma parte da gente morre junto.
Mas no meio dessa dor, existe algo que não pode morrer: nossa humanidade.
Não podemos permitir que a banalização da violência transforme vidas em números e manchetes passageiras.

Cada pessoa perdida tinha nome, história, família, sonhos e alguém esperando seu retorno para casa.

Hoje, não é dia de disputa política.
É dia de lembrar que nenhuma mãe deveria enterrar um filho.
Nenhuma criança deveria crescer sem o abraço do pai.
Nenhuma família deveria aprender a sobreviver carregando um vazio causado pela violência.

Que anjos de Luz e Afinidades o acompanhe em seu retorno ao nosso Verdadeiro Lar!  Que Felipe descanse em paz.

E que Deus conforte todos os corações feridos — os de hoje… e os que ainda sangram perdas antigas que nunca cicatrizaram completamente.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Banheiros Unisex X segurança

Vivemos tempos em que qualquer opinião parece precisar virar guerra. E talvez um dos assuntos mais delicados da atualidade seja justamente a discussão sobre os banheiros femininos e a presença de mulheres trans nesses espaços.

Quero deixar algo muito claro: respeito profundamente quem enfrenta conflitos internos, quem não se identifica com o próprio sexo biológico e busca viver sua verdade da forma mais digna possível. Não acredito que pessoas devam ser humilhadas, perseguidas ou tratadas com crueldade por serem diferentes.

Mas também acredito que mulheres têm o direito de expressar suas preocupações sem serem imediatamente chamadas de preconceituosas.

Como avó de meninas e meninos, eu penso diariamente sobre segurança, privacidade e proteção. O mundo em que vivemos infelizmente está cheio de pessoas mal-intencionadas, oportunistas e predadores que se aproveitam de qualquer brecha para agir. E negar esse medo que muitas mulheres sentem não ajuda o debate — apenas silencia quem também merece ser ouvida.

Minha preocupação nunca foi contra pessoas trans. Minha preocupação é com a segurança feminina em espaços íntimos e vulneráveis, como banheiros, vestiários e locais reservados às mulheres e crianças.

Talvez esteja na hora de buscarmos soluções equilibradas e humanas. Em vez de transformar tudo em confronto, por que não ampliar a existência de banheiros individuais ou espaços unissex para quem se sentir mais confortável? Um ambiente onde ninguém precise se sentir constrangido, ameaçado ou excluído.

Respeitar pessoas trans não deveria significar ignorar as preocupações das mulheres. E defender mulheres também não deveria significar atacar pessoas trans.

A convivência só será possível quando entendermos que ouvir o outro não é concordar com tudo — é reconhecer que todos merecem dignidade, segurança e respeito.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

A incoerência de quem critica o sistema, mas vive dele...

Charge El País América. 

Vivemos tempos curiosos. Tempos em que muitos se dizem defensores do povo, da igualdade e da justiça social, mas não abrem mão das mordomias proporcionadas justamente pelo sistema que tanto criticam. 

É interessante observar como determinados grupos apontam o dedo para quem produz, trabalha, empreende e sustenta a economia, enquanto desfrutam confortavelmente dos frutos desse mesmo esforço.

Há uma narrativa repetida à exaustão de que a direita não possui projetos, não possui propostas ou preocupação social. Entretanto, quando analisamos determinados períodos recentes da história do país, encontramos um cenário diferente daquele pintado pelos discursos ideológicos.

 Houve momentos em que o Brasil apresentou crescimento econômico, recuperação de indicadores, redução de algumas dívidas e maior sensação de estabilidade. E isso não pode simplesmente ser apagado porque contraria certas narrativas políticas.

Por outro lado, também é impossível ignorar o sentimento crescente da população diante da perda do poder de compra, do aumento do endividamento, da insegurança econômica e da sensação de retrocesso em áreas que já pareciam encaminhadas. O cidadão comum sente isso no mercado, nas contas do mês, nos impostos e na dificuldade de manter uma vida minimamente confortável.

O mais preocupante, porém, talvez não seja a divergência política em si. Democracia pressupõe pensamentos diferentes. O que entristece é perceber pessoas inteligentes, cultas e esclarecidas defendendo cegamente ideologias, mesmo quando elas contradizem princípios básicos de coerência, ética e responsabilidade. Em muitos casos, o discurso deixa de ser sobre justiça e passa a ser sobre conveniência.

Existe uma diferença enorme entre defender pautas sociais e defender privilégios seletivos. Existe uma diferença entre lutar por igualdade e justificar favorecimentos apenas porque beneficiam determinados grupos ou interesses políticos.

Nenhum espectro político está livre de erros. A direita também falha quando abandona seus princípios, quando se distancia das pessoas ou quando transforma política em idolatria. Mas talvez a grande diferença esteja na disposição de reconhecer erros e cobrar coerência — inclusive daqueles que estão “do próprio lado”.

O Brasil precisa menos de torcidas organizadas e mais de maturidade política. Precisa de cidadãos capazes de questionar, analisar resultados concretos e exigir responsabilidade de qualquer governo, independentemente de bandeiras ideológicas.

Porque quando a ideologia se torna mais importante que a verdade, perde-se a capacidade de enxergar a realidade. E um país que deixa de encarar a realidade está condenado a repetir seus próprios erros.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Nossa Senhora de Fátima

Neste 13 de maio, meu coração se volta em oração para Nossa Senhora de Fátima, para os pequenos pastorinhos Jacinta Marto, Francisco Marto e Lúcia dos Santos.
 Hoje celebramos o dia da primeira aparição, quando o Céu, através da simplicidade de três crianças, falou ao mundo sobre fé, oração, esperança e conversão.

Eu creio em Nossa Senhora de Fátima. Creio em seu amor materno, em seu olhar misericordioso sobre os aflitos e em seu poder de interceder junto a Deus pelos que sofrem. Creio também na pureza dos pastorinhos, especialmente em Jacinta Marto, por quem tenho profunda devoção e de quem já pude testemunhar graças alcançadas — uma delas envolvendo meu neto, Bruno, guardada para sempre em meu coração como sinal de fé e cuidado divino.

Hoje, emocionada, elevo minha oração por todos os doentes, conhecidos e desconhecidos; pelos que perderam a esperança; pelos que enfrentam a tristeza profunda, a solidão e a dor silenciosa da alma. Que Nossa Senhora de Fátima derrame consolo, cura e paz sobre cada um deles.

Peço também um olhar especial e protetor sobre meus netos — meus tesouros, minhas continuações de amor neste mundo. Que ela caminhe à frente deles, iluminando seus caminhos, guardando seus passos e cobrindo suas vidas com seu manto sagrado. 

Até quando a memória me trai e eu me confundo nas contas do coração, o amor permanece inteiro, infinito e indivisível.

Amém.

terça-feira, 12 de maio de 2026

Você sabe o que é luto?


Você sabe o que é luto?
Quantos lutos você já viveu na sua vida até hoje?
Você sabia que crianças sofem profundamente com alguns tipos de luto — mesmo quando ainda não conseguem explicar em palavras o que sentem?
Quando ouvimos a palavra “luto”, quase sempre pensamos imediatamente na morte. Sim… a perda de alguém amado é uma das dores mais intensas que um ser humano pode experimentar. Mas o luto vai muito além da despedida física. O luto nasce sempre que algo importante dentro de nós se rompe, muda ou deixa de existir da forma como conhecíamos.
Existe o luto pela morte.
Mas existe também o luto pelo abandono, pela separação, pela rejeição, pela mudança brusca da vida, pelo fim de um relacionamento, pela perda da saúde, do emprego, da segurança, da inocência, dos sonhos e até da imagem que construíamos de nós mesmos.
Há pessoas vivendo lutos silenciosos todos os dias…
Sorrindo por fora enquanto tentam reorganizar os pedaços da alma por dentro.
E as crianças… ah, as crianças também vivem lutos profundos.
Muitas vezes sem compreender exatamente o que está acontecendo.
Uma mudança de casa.
A separação dos pais.
A ausência emocional de alguém importante.
A chegada de um irmão.
A perda de um animal de estimação.
Uma rotina quebrada.
Uma palavra dura dita repetidamente.
Tudo isso pode representar perdas gigantescas no universo emocional infantil.
A criança nem sempre sabe dizer: “Estou vivendo um luto.”
Mas ela demonstra.
No silêncio.
Na irritação.
Na queda do rendimento escolar.
Na insegurança.
No medo de ser abandonada.
Na dificuldade de dormir.
Na necessidade maior de colo e proteção.
O luto não tem idade.
Não escolhe classe social, religião ou fase da vida.
E talvez uma das maiores violências emocionais seja quando dizem para alguém:
“Você precisa superar isso.”
Como se sentimentos obedecessem relógios.
Não existe tempo exato para o coração reaprender a viver depois de uma perda.
Cada ser humano atravessa a dor do seu próprio modo.
Alguns choram.
Outros silenciam.
Alguns adoecem.
Outros transformam a dor em força, acolhimento e reconstrução.
Mas uma coisa é certa:
todo luto precisa ser visto, respeitado e elaborado.
Porque dores ignoradas não desaparecem.
Elas apenas encontram outras formas de se manifestar.
Talvez amadurecer seja justamente compreender que viver também é aprender a lidar com despedidas.
E que, apesar das cicatrizes, o amor vivido jamais se perde completamente.
Ele apenas aprende a existir de outra maneira dentro de nós.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Família, União e Bem-estar!



Viver em família é compreender que o amor se fortalece nos detalhes mais simples: no café compartilhado, nas conversas sem pressa, nas risadas espontâneas e na paz de poder ser quem se é, sem cobranças abusivas, sem disputas silenciosas, sem a necessidade constante de provar valor.

A verdadeira harmonia familiar nasce quando o respeito ocupa o lugar das críticas, quando o acolhimento fala mais alto que os julgamentos e quando cada integrante entende que convivência pacífica também é uma forma profunda de amor.

O maior patrimônio que uma família pode deixar para seus netos não está nos bens materiais, mas nas memórias afetivas construídas ao redor da mesa, nos abraços sinceros, na leveza dos encontros e na certeza de pertencimento. São essas lembranças que atravessam gerações e ensinam, sem palavras, o significado de união.

Nada se compara à alegria de um dia de reunião familiar…

A casa cheia…
As vozes misturadas…
As crianças correndo…
Os adultos recordando histórias…
E o coração agradecendo pela oportunidade de viver momentos que, um dia, serão lembranças preciosas.

Porque, no fim, família saudável é isso:
um lugar onde a alma consegue descansar.

" O texto de hoje foi motivado pelo meu dia de ontem! Sou uma pessoa que ama estar em família! Eu acredito na união familiar e  nada nesse mundo para mim é mais importante  que isso!"

domingo, 10 de maio de 2026

Ser mãe...


Ser mãe…
Ah, ser mãe foi o sonho mais bonito que nasceu ainda na infância, quando eu imaginava pequenos braços me envolvendo, vozes me chamando, passos correndo pela casa e um amor tão grande que mal caberia no peito.

A vida, com sua maneira única de escrever histórias, realizou esse sonho de forma ainda mais bonita do que eu poderia imaginar. Sou mãe de três.

Dos meus meninos biológicos, gerados no ventre e embalados no compasso do meu coração desde antes do primeiro choro…
E da minha menina do coração, escolhida pela alma, acolhida pelo amor e eternizada no lugar mais bonito que existe em mim.

Aprendi que maternidade não se mede apenas pelo sangue. Mede-se pela entrega, pelo cuidado, pelas noites em claro, pelos abraços silenciosos, pelas preocupações constantes e pelo amor que simplesmente decide permanecer.

E como se Deus quisesse multiplicar ainda mais essa alegria, eles cresceram… e aumentaram minha prole.
Vieram os netos, os agregados do amor, as novas histórias, as novas risadas enchendo a casa e a alma.

Hoje, meu coração vive em festa.
Uma festa feita de memórias, de bagunça boa, de mesas cheias, de abraços apertados e daquele sentimento indescritível de olhar para a própria história e perceber:
“Valeu a pena.”

Ser mãe é descobrir que o coração pode sair do peito, caminhar pelo mundo em outros corpos e, ainda assim, continuar batendo dentro da gente.

E eu…
sou infinitamente grata pela honra de viver esse amor todos os dias.

O luto nas datas especiais...

Há datas que não passam pelo calendário… atravessam a alma.

Aniversários. Natais. Dia das Mães.
Dias em que o mundo continua girando normalmente para todos, enquanto dentro de nós o tempo parece parar diante da ausência.

Para uma mãe enlutada, o luto não mora apenas na lembrança da partida.
Ele mora também nas cadeiras vazias, nos silêncios inesperados, nos hábitos que ficaram sem destino, nas mensagens que já não chegam, nos abraços que a memória insiste em procurar.

E mesmo quando seguimos caminhando pelos que ficaram — filhos, netos, família, amigos — existe sempre um espaço que ninguém ocupa.

Um espaço que não diminui o amor pelos presentes, mas revela a profundidade de quem partiu.

Porque o coração de uma mãe não substitui filhos.
Ele aprende, com esforço e lágrimas, a carregar simultaneamente a gratidão pelos que permanecem… e a saudade eterna de quem se foi.

Há dias em que a mente tenta ser forte, racionalizar, continuar.
Mas o coração conhece caminhos que a razão jamais alcança.

E basta uma data, uma música, um perfume, uma fotografia… para que toda a saudade volte a respirar dentro da gente.

Ainda assim, existe algo profundamente bonito na mãe que continua.
Naquela que, mesmo com a alma marcada pela ausência, escolhe amar os que ficaram.
Escolhe levantar da cama.
Escolhe sorrir quando consegue.
Escolhe sobreviver a dias que ninguém imagina o peso que têm.

O luto não acaba.
Ele muda de forma.
Aprende a caminhar ao nosso lado.
E, às vezes, nas datas mais difíceis, ele aperta nossa mão com mais força para lembrar que o amor verdadeiro nunca desaparece.

Porque onde existiu amor infinito… a saudade também será infinita.