domingo, 10 de maio de 2026

Ser mãe...


Ser mãe…
Ah, ser mãe foi o sonho mais bonito que nasceu ainda na infância, quando eu imaginava pequenos braços me envolvendo, vozes me chamando, passos correndo pela casa e um amor tão grande que mal caberia no peito.

A vida, com sua maneira única de escrever histórias, realizou esse sonho de forma ainda mais bonita do que eu poderia imaginar. Sou mãe de três.

Dos meus meninos biológicos, gerados no ventre e embalados no compasso do meu coração desde antes do primeiro choro…
E da minha menina do coração, escolhida pela alma, acolhida pelo amor e eternizada no lugar mais bonito que existe em mim.

Aprendi que maternidade não se mede apenas pelo sangue. Mede-se pela entrega, pelo cuidado, pelas noites em claro, pelos abraços silenciosos, pelas preocupações constantes e pelo amor que simplesmente decide permanecer.

E como se Deus quisesse multiplicar ainda mais essa alegria, eles cresceram… e aumentaram minha prole.
Vieram os netos, os agregados do amor, as novas histórias, as novas risadas enchendo a casa e a alma.

Hoje, meu coração vive em festa.
Uma festa feita de memórias, de bagunça boa, de mesas cheias, de abraços apertados e daquele sentimento indescritível de olhar para a própria história e perceber:
“Valeu a pena.”

Ser mãe é descobrir que o coração pode sair do peito, caminhar pelo mundo em outros corpos e, ainda assim, continuar batendo dentro da gente.

E eu…
sou infinitamente grata pela honra de viver esse amor todos os dias.

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