Sabem quem me apresentou Bieliver?
O Bruno, meu neto de apenas 4 anos. E vocês não podem imaginar o bom gosto musical desse menino! ❤️
Foi através dele que conheci Bieliver e, desde então, algumas músicas passaram a me acompanhar como se fossem trilhas sonoras de pensamentos que eu já carregava dentro de mim.
E não é só isso. O Bruno também tem um ouvido apuradíssimo para músicas eletrônicas de jogos. Às vezes fico intrigada com certas semelhanças entre as músicas que ele escolhe espontaneamente e aquelas que me emocionam ou que acabam servindo de "acabamento" para os textos que escrevo.
Talvez a música tenha mesmo essa capacidade misteriosa de atravessar gerações.
Ela encontra caminhos diferentes, mas toca lugares parecidos dentro de nós.
Eu escrevo primeiro. As palavras vêm da vida, das dores, das alegrias, das lembranças e das descobertas. Depois, quase como uma renda delicada que contorna um tecido já pronto, chega a música. Não para explicar o texto, mas para ampliá-lo, para dar melodia às emoções que ele carrega.
E foi assim que Bieliver entrou na minha trajetória: pelas mãos pequeninas de um menino de 4 anos, que talvez nem imagine que me apresentou uma trilha sonora capaz de conversar tão bem com a minha própria história.
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