Há mulheres que somam... e mulheres que subtraem!
Existe uma diferença enorme entre a mulher que caminha ao lado de um homem para ajudá-lo a crescer e aquela que, pelas próprias atitudes, contribui para sua queda.
E essa diferença não está necessariamente na certidão de casamento, no tempo de relacionamento ou no título que cada uma ocupa na vida dele.
Está no caráter... nas intenções... e, principalmente, nas atitudes!
Há mulheres que chegam à vida de um homem e se tornam parceiras de verdade. Enxergam seu potencial, incentivam seus projetos, oferecem apoio nos dias difíceis e comemoram suas conquistas sem a necessidade de competir com ele.
São mulheres que não têm medo do crescimento do companheiro, porque compreendem que uma relação saudável não é uma disputa de poder. É uma construção na qual os dois podem evoluir, sem que um precise diminuir para que o outro se sinta maior.
Mas também existem aquelas que confundem amor com posse, influência com manipulação e parceria com controle. Mulheres que alimentam vaidades, estimulam conflitos, afastam pessoas importantes e, pouco a pouco, ajudam a transformar escolhas equivocadas em caminhos sem volta.
E o mais curioso é que, muitas vezes, o homem só percebe a diferença quando começa a colher os resultados das próprias decisões.
Agora, vamos falar de uma verdade que nem sempre agrada?
Uma mulher pode se dar bem sem necessariamente fazer o bem.
Pode conquistar vantagens, ocupar um lugar privilegiado, usufruir de um patrimônio ou colher os frutos de uma situação que, aos olhos dos outros, parece uma vitória. Mas sucesso aparente não é sinônimo de grandeza, assim como estar ao lado de um homem poderoso não significa ter contribuído para que ele chegasse lá.
Da mesma forma, uma mulher que constrói junto não precisa estar sob os holofotes. Às vezes, ela está nos bastidores, segurando as pontas, acreditando quando ninguém mais acredita e ajudando a recolher os pedaços quando a vida desmorona.
Essa mulher não precisa ser perfeita. Precisa ser verdadeira.
E aqui cabe uma ressalva: homem adulto também responde pelas próprias escolhas. Nenhuma mulher é responsável por todas as decisões de um homem, assim como nenhum homem deve transferir para uma mulher a culpa pelos próprios fracassos.
Parceria não é carregar alguém nas costas. É caminhar junto, com responsabilidade, respeito e reciprocidade.
No fim das contas, não é o lugar que uma mulher ocupa que revela seu valor... é aquilo que ela faz com a influência que tem.
Porque há mulheres que chegam e ajudam um homem a construir um legado.
Há mulheres que chegam e o ajudam a perder tudo aquilo que levou uma vida para conquistar.
E há homens que, mesmo diante das diferenças, escolhem enxergar apenas aquilo que desejam ver.
A vida, porém, costuma apresentar a conta das escolhas... ainda que nem sempre no tempo ou da maneira que imaginamos.
A pergunta que fica é: você é a mulher que caminha ao lado para construir... ou aquela que precisa destruir o que existe para garantir o próprio lugar?
Pense nisso!