Por que não devemos discutir política com algumas pessoas?
Porque nem toda conversa é, de fato, uma conversa.
Se o teu objetivo é apresentar as ideias e os potenciais positivos do candidato em quem você acredita, fazer campanha, explicar propostas, ouvir o outro e também ser ouvido, tudo bem. A política pode e deve ser debatida.
Mas, se você percebe que do outro lado não existe disposição para ouvir, apenas para atacar, provocar, desqualificar ou transformar qualquer opinião diferente em uma ofensa pessoal, talvez seja hora de parar.
Não porque você não tenha argumentos.
Não porque tenha mudado de opinião.
E muito menos porque o outro esteja necessariamente certo.
Mas porque a vida é curta demais para transformar toda divergência em uma batalha.
Existem discussões que esclarecem.
Existem discussões que aproximam.
E existem aquelas que simplesmente drenam a nossa energia.
Aprender a reconhecer a diferença entre elas também é uma forma de inteligência emocional.
Nem todo silêncio é covardia.
Às vezes, é maturidade.
Nem toda resposta precisa ser dada.
Nem toda provocação merece ser aceita.
A gente precisa aprender a escolher as batalhas da vida.
Porque preservar a paz, em determinadas situações, não significa abrir mão daquilo em que acreditamos.
Significa apenas compreender que nem toda guerra merece a nossa presença.
Embora eu sempre escolha meu lado do muro, diretamente não escolho o confronto... não porque medo... por preservação!