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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

As mortes precisam deixar de ser números! 💔

Mortes que não foram explicadas
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QUANTOS AINDA PRECISARÃO MORRER?

Penso que está chegando a hora de investigar, com a seriedade e a profundidade necessárias, os fatos apresentados nesta reportagem. Não podemos continuar tratando como números estatísticos vidas interrompidas pela violência, em circunstâncias que apontam para a possível atuação do crime organizado.

Em 20 anos, 43 políticos foram executados no Rio com suspeita de ação do crime organizado; veja todos os casos | Política | O Globo .

E não interessa se as vítimas são de direita, de centro, de esquerda ou se, literalmente, não estão nem aí para a política..

Interessa que são vidas humanas. São famílias destroçadas, filhos que perderam seus pais, pais que enterraram seus filhos, companheiros que ficaram sem seus amores... São histórias interrompidas, sonhos sepultados e perguntas que continuam sem respostas.

As mortes precisam deixar de ter nome apenas quando ganham visibilidade. Precisam deixar de ser números!

Cada caso precisa ser investigado. Cada indício precisa ser apurado. Cada família merece saber quem matou, quem mandou matar e por quais razões, sempre respeitando o devido processo legal e sem transformar suspeitas em condenações antecipadas.

Não se trata de ideologia. Não se trata de preferência partidária. Trata-se do direito à vida, da segurança de quem ousa participar da vida pública e da obrigação do Estado de proteger seus cidadãos.

O Estado Democrático de Direito deve às famílias respostas para os porquês que passaram a marcar suas vidas.

E deve à sociedade muito mais do que estatísticas, notas de pesar e promessas de investigação.

Deve justiça. Deve esclarecimento. Deve responsabilização dos culpados.

Porque, quando a violência cala pessoas e o medo passa a determinar quem pode ou não participar da política, não é apenas uma família que perde. É a própria democracia que sangra.

Quantos ainda precisarão morrer para que cada uma dessas vidas receba a atenção, a investigação e a justiça que merece?

Até quando?

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Quando o livre arbítrio revela parte do que somos...


A reação silenciosa dos que não conseguem defender o indefensável

Não é isenção.
É cansaço de malhar o ferro frio...

E eu até os entendo. Nem toda a indiscutível capacidade intelectual de vocês consegue encontrar argumentos que justifiquem ou expliquem o desastre provocado pelo que está aí.

Tudo bem...

Há os que continuam defendendo, pelos motivos que todos conhecemos e que já estão escancaradamente expostos. E isso é uma pena.

Porque, no fundo, existe uma gama de pessoas realmente competentes, inteligentes e capazes, que acabam maculando a própria competência quando permitem que interesses — nem sempre tão nobres — se sobreponham àquilo que sabem e enxergam.

Eu, porém, continuo aqui...

Não por paixão cega, nem por conveniência.

Continuo torcendo pela mudança, mas por uma mudança que produza ganhos verdadeiros, justos e que alcancem a todos.

Porque o que importa, no fim das contas, não é quem vence uma narrativa.

É o que acontece com o nosso povo.

Deus nos abençoe. 🇧🇷

Nesse segundo turno sigo 22 💚💛 🇧🇷 para presidente e governador!

Sou Douglas Ruas e
Flávio Bolsonaro 

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Estou exausta de ter medo...

Porque vou votar com eles...

EU ESTOU EXAUSTA DE TER MEDO

O que a gente pensa — ou deveria pensar — quando, através do voto, delega poderes a uma pessoa para decidir por nós?

Na Câmara dos Deputados, na Câmara de Vereadores, na Assembleia Legislativa, no Senado, na Presidência da República, nas prefeituras, nos governos dos estados...

O voto é muito mais do que escolher um nome.

É entregar a alguém uma parcela da nossa voz, da nossa confiança e do poder de decidir sobre aquilo que interfere diretamente na nossa vida.

E talvez seja justamente por isso que, neste momento, o meu voto esteja tão ligado à defesa da segurança pública.

Eu estou cansada.

Estou exausta de ter medo.

Cansada de ver tragédias.
De ver gente estirada no chão por causa de um tiro.
De ver carros parados nas estradas e pessoas se jogando ao chão, apavoradas, sem saber se serão as próximas vítimas.

Estou cansada de ter medo de sair com o celular.

De colocar um cordão, ainda que simples, no pescoço.

De usar uma aliança de casamento.

Cansada de pensar que objetos que, muitas vezes, nem têm um valor tão grande podem se transformar em motivo para alguém perder a própria vida.

Mas existe um medo ainda maior...

O medo de receber novamente a notícia de que um filho meu foi encontrado morto.

Eu já conheço essa dor.

E eu não quero passar por isso outra vez.

Não quero viver presa a esse sofrimento.

Mas também não quero transformar a minha dor em vingança.

Não quero alimentar ódio.

Não quero alimentar violência.

Quero outra coisa.

Quero acreditar que podemos construir uma sociedade em que a vida tenha valor.

Quero acreditar que, com representantes comprometidos com a segurança pública, podemos discutir e elaborar leis que acompanhem a realidade que estamos vivendo.

Uma sociedade mudou. Os problemas mudaram. As formas de violência também mudaram.

E talvez as nossas leis precisem acompanhar essas mudanças.

Não acredito que segurança pública seja sinônimo de vingança.

Não acredito que combater a criminalidade precise significar abandonar direitos, dignidade ou humanidade.

Mas também não acredito que proteger direitos possa significar ignorar o direito mais básico de todos: o direito de viver.

Por isso, quando penso no meu voto, penso também naquilo que eu espero daqueles a quem vou delegar poder.

Quero representantes que compreendam que segurança pública não é apenas uma pauta política.

É o direito de uma mãe voltar para casa.

É o direito de um trabalhador atravessar uma estrada sem precisar deitar no chão para se proteger de tiros.

É o direito de uma mulher usar sua aliança sem medo.

É o direito de um jovem sair de casa e voltar.

É o direito de uma família não receber a ligação que muda sua história para sempre.

É o direito de todos nós de viver sem que o medo determine até onde podemos ir.

Meu voto, neste momento, será também uma resposta àquilo que eu tenho vivido e observado.

Não por ódio.

Não por vingança.

Mas porque eu preciso acreditar.

Preciso acreditar que ainda é possível elaborar leis mais adequadas ao tempo em que vivemos.

Preciso acreditar que podemos encontrar caminhos para proteger a população sem abandonar a humanidade.

Preciso acreditar que vale a pena continuar morando aqui.

Preciso acreditar que o Brasil pode voltar a ser, para nós, mais do que um lugar bonito no mapa.

Quero continuar acreditando naquele verso que aprendemos a cantar:

“Moro num país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza...”

E talvez, depois de tudo...

ainda conseguir cantar:

“Mas que beleza...
mas que beleza.”

Porque eu não quero desistir do meu país.

Eu só quero poder viver nele sem medo.🙂.