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sábado, 17 de outubro de 2026

Analisando as entrevistas na Globo...

Papo da manhã...

As entrevistas na Globo com os presidenciáveis...

Parece que a parcialidade da Globo pisou no freio... E dizer que pisou no freio não significa dizer que pulou para o outro lado! Para nós, espectadores, ficou evidente uma mudança na estratégia de condução das entrevistas...

Numa análise fria, sem paixões que nos impeçam de enxergar os defeitos dos adversários, as entrevistas reforçaram a impressão de que um dos candidatos já encontra dificuldades para apresentar um discurso coerente com as necessidades reais de um país como um todo. Algumas de suas respostas, pela minha avaliação, chegaram a causar indignação em quem acompanha minimamente a realidade política e social brasileira.

O outro, por sua vez, transmitiu a imagem de alguém que se preparou para exercer a Presidência da República... demonstrou domínio na condução das respostas e a segurança de quem procura apresentar um projeto de governo sustentado por estratégias e propostas.

Também soube contornar perguntas que, a meu ver, pareciam buscar mais o desgaste do entrevistado do que o aprofundamento de questões essenciais para o futuro do país.

Bem... escolher um lado nunca foi tão fácil, na minha opinião!

Porque, sinceramente, discutir rachadinhas ganha contornos quase hilários — se não fosse tão sério — quando colocamos na mesma balança os escândalos dos petrolões, as denúncias de desvios bilionários envolvendo aposentados, os supostos esquemas de propinas e as controvérsias sobre recursos em espécie relacionados a produções cinematográficas.

E atenção: não estou dizendo que rachadinhas devam ser ignoradas, minimizadas ou tratadas como algo aceitável. Desvio de dinheiro público é desvio de dinheiro público, independentemente de quem o pratique ou do lado político de quem o cometa.

O que estou dizendo é que, diante de um cenário tão complexo, precisamos estabelecer critérios de comparação, avaliar a dimensão dos fatos, considerar as responsabilidades e, sobretudo, observar o que cada candidato efetivamente oferece ao Brasil.

Não existe candidato perfeito. Existe a responsabilidade de escolher com consciência, comparar históricos, avaliar propostas e reconhecer quem nos parece menos nocivo aos interesses do povo brasileiro.

E, neste momento, essa é a minha avaliação: entre os dois, considero um deles uma alternativa infinitamente menos prejudicial ao país.

Não é paixão política que deveria orientar essa escolha... É discernimento!

Porque o Brasil não precisa de torcida organizada na política. Precisa de cidadãos capazes de pensar, questionar, comparar e, acima de tudo, não fechar os olhos para os erros de quem quer que seja.

Bom dia! E que a nossa consciência fale sempre mais alto do que a nossa paixão!

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

As mortes precisam deixar de ser números! 💔

Mortes que não foram explicadas
Link. Clique aqui

QUANTOS AINDA PRECISARÃO MORRER?

Penso que está chegando a hora de investigar, com a seriedade e a profundidade necessárias, os fatos apresentados nesta reportagem. Não podemos continuar tratando como números estatísticos vidas interrompidas pela violência, em circunstâncias que apontam para a possível atuação do crime organizado.

Em 20 anos, 43 políticos foram executados no Rio com suspeita de ação do crime organizado; veja todos os casos | Política | O Globo .

E não interessa se as vítimas são de direita, de centro, de esquerda ou se, literalmente, não estão nem aí para a política..

Interessa que são vidas humanas. São famílias destroçadas, filhos que perderam seus pais, pais que enterraram seus filhos, companheiros que ficaram sem seus amores... São histórias interrompidas, sonhos sepultados e perguntas que continuam sem respostas.

As mortes precisam deixar de ter nome apenas quando ganham visibilidade. Precisam deixar de ser números!

Cada caso precisa ser investigado. Cada indício precisa ser apurado. Cada família merece saber quem matou, quem mandou matar e por quais razões, sempre respeitando o devido processo legal e sem transformar suspeitas em condenações antecipadas.

Não se trata de ideologia. Não se trata de preferência partidária. Trata-se do direito à vida, da segurança de quem ousa participar da vida pública e da obrigação do Estado de proteger seus cidadãos.

O Estado Democrático de Direito deve às famílias respostas para os porquês que passaram a marcar suas vidas.

E deve à sociedade muito mais do que estatísticas, notas de pesar e promessas de investigação.

Deve justiça. Deve esclarecimento. Deve responsabilização dos culpados.

Porque, quando a violência cala pessoas e o medo passa a determinar quem pode ou não participar da política, não é apenas uma família que perde. É a própria democracia que sangra.

Quantos ainda precisarão morrer para que cada uma dessas vidas receba a atenção, a investigação e a justiça que merece?

Até quando?

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Quando o livre arbítrio revela parte do que somos...


A reação silenciosa dos que não conseguem defender o indefensável

Não é isenção.
É cansaço de malhar o ferro frio...

E eu até os entendo. Nem toda a indiscutível capacidade intelectual de vocês consegue encontrar argumentos que justifiquem ou expliquem o desastre provocado pelo que está aí.

Tudo bem...

Há os que continuam defendendo, pelos motivos que todos conhecemos e que já estão escancaradamente expostos. E isso é uma pena.

Porque, no fundo, existe uma gama de pessoas realmente competentes, inteligentes e capazes, que acabam maculando a própria competência quando permitem que interesses — nem sempre tão nobres — se sobreponham àquilo que sabem e enxergam.

Eu, porém, continuo aqui...

Não por paixão cega, nem por conveniência.

Continuo torcendo pela mudança, mas por uma mudança que produza ganhos verdadeiros, justos e que alcancem a todos.

Porque o que importa, no fim das contas, não é quem vence uma narrativa.

É o que acontece com o nosso povo.

Deus nos abençoe. 🇧🇷

Nesse segundo turno sigo 22 💚💛 🇧🇷 para presidente e governador!

Sou Douglas Ruas e
Flávio Bolsonaro