segunda-feira, 5 de outubro de 2026

O Mosaico que reconstruiremos!


E, aos poucos, a gente vai se reconstruindo...

Pedaço por pedaço.
Cada um encontrando novamente o seu lugar.
Cada diferença aprendendo a caber dentro de um mesmo mapa.

E, quem sabe, a paz volte a reinar...

Que o medo dê espaço à esperança.
Que a desesperança dê lugar à coragem.
Que nenhuma mãe precise mais chorar a ausência de um filho.
Que nenhum pai de família precise se sentir oprimido, desamparado, sem perspectiva de um amanhã melhor.

Porque, no fim das contas, talvez tenhamos passado tempo demais olhando para o Brasil como um mapa dividido...

Quando, na verdade, somos um só povo.

Um povo que trabalha.
Que luta.
Que sonha.
Que paga seus impostos.
Que cria seus filhos.
Que quer simplesmente viver em paz.

Um povo que tantas vezes foi lembrado como massa de manobra, mas que merece ser enxergado como aquilo que realmente é:

a razão de existir de uma nação.

E talvez seja disso que precisamos...

Menos pedaços espalhados.
Mais união.
Menos medo.
Mais esperança.

Até que, pouco a pouco...

os pedaços se encontrem,

o mapa se complete,

e o Brasil volte a sorrir. 🇧🇷

Obrigada aos que votaram nos candidatos sugeridos! Elegemos nossos candidatos ! Agora rumo ao segundo turno !

domingo, 4 de outubro de 2026

Ou ficar a Pátria livre... ou morrer pelo Brasil!


BRASILEIROS, HOJE É DIA DE ESCOLHA. 🇧🇷

Que o dia de hoje traga ao coração de cada brasileiro o alívio de quem acredita que ainda é possível construir um país livre, soberano e justo.

Hoje, não somos apenas eleitores.

Somos cidadãos.
Somos responsáveis pelo destino que ajudamos a construir.
Somos parte da história do Brasil.

Que ninguém vote por medo.
Que ninguém vote por imposição.
Que ninguém entregue a outro o direito de decidir aquilo que cabe à sua própria consciência.

VOTE.
PENSE.
QUESTIONE.
COMPARE.
E ESCOLHA COM LIBERDADE.

Que cada brasileiro exerça o seu direito com sabedoria, isenção, responsabilidade e patriotismo.

Que nenhuma força — seja ela qual for — se sobreponha à vontade legítima de um povo.

Que as instituições respeitem o cidadão.
Que o cidadão respeite a democracia.
E que a democracia jamais seja usada para calar a voz daqueles que pensam diferente.

Porque o Brasil é maior do que qualquer homem.
Maior do que qualquer partido.
Maior do que qualquer governo.

O Brasil é a nossa Pátria.

É a terra onde nasceram nossos filhos.
Onde enterramos nossos mortos.
Onde construímos nossas histórias.
Onde sonhamos o futuro dos nossos netos.

Por isso, hoje, que Deus ilumine cada consciência, proteja cada brasileiro e guie os caminhos desta Nação.

Que prevaleça a liberdade.
Que prevaleça a verdade.
Que prevaleça a vontade soberana do povo.

E que jamais nos falte coragem para defender o Brasil! 🇧🇷

Porque Pátria não se abandona.
Pátria não se vende.
Pátria não se entrega.

PÁTRIA LIVRE!
BRASIL ACIMA DE TUDO! 🇧🇷

Deus abençoe o Brasil. 🙏🇧🇷

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Michele e Carmela... amo vocês... e todas as outras!

A jarra de cristal...

Essa noite eu tive um sonho.

Não consigo me lembrar dele por inteiro... algumas coisas ficaram embaralhadas, outras simplesmente desapareceram assim que abri os olhos.

Mas uma coisa ficou.

Uma sensação forte... daquelas que permanecem mesmo quando o sonho já se foi.

Era como se alguém conversasse comigo... alguém que, no sonho, parecia um professor, alguém que me fazia pensar, organizar ideias, olhar para dentro... entender alguma coisa que talvez eu ainda não esteja conseguindo entender sozinha.

Acordei angustiada... ou talvez não seja bem essa a palavra.

Levantei, bebi água, voltei para a cama e dormi novamente.

E foi então que sonhei com duas mães enlutadas que conheci na época do GAME... aquele grupo de apoio a mães que, como eu, precisaram aprender a continuar vivendo depois da partida de um filho.

Acordei pensando nelas.

E, junto com elas, veio uma imagem...

Uma jarra de cristal.

Daquelas que a gente tem carinho... que gosta de conservar, de enfeitar a mesa, de colocar água, flores, coisas bonitas.

Uma jarra que, de repente, um dia... racha.

A rachadura fica ali, perto da boca.

E a gente continua colocando água.

Coloca mais...

Mais um pouco...

Até chegar perto da boca.

E então a água começa a escapar pela rachadura.

Vaza.

Verte.

E talvez seja assim o nosso coração depois que alguém que amamos morre.

A jarra somos nós.

A rachadura é a morte.

E a água... são as nossas emoções.

Porque a gente continua sendo capaz de amar, de lembrar, de sorrir, de viver, de colocar flores dentro da jarra.

Mas existe uma rachadura.

E ela não desaparece.

O que aprendemos, com o tempo, talvez seja a reconhecer o quanto de água podemos colocar ali.

Há dias em que conseguimos encher quase até a boca.

Conseguimos falar, lembrar, olhar fotografias, ouvir uma música, visitar lugares, contar histórias...

E há dias em que precisamos colocar menos.

Um pouco menos de água.

Não porque amamos menos.

Não porque esquecemos.

Não porque a saudade diminuiu.

Mas porque naquele dia... a nossa jarra não suporta tanto.

E está tudo bem.

Talvez o processo do luto seja exatamente esse...

Aprender que não precisamos jogar a jarra fora porque ela rachou.

Também não precisamos jogar fora a água.

Precisamos apenas aprender a respeitar o limite dela.

Colocar menos quando for necessário...

E, ainda assim, continuar colocando flores.

Porque a morte pode ter aberto uma rachadura em nós...

Mas não levou a capacidade de amar.

E talvez continuar vivendo seja isso:

Não tentar voltar a ser a jarra que éramos antes da rachadura.

Mas aprender a cuidar da jarra que somos agora.

Com mais delicadeza...

Com mais paciência...

Com menos cobrança...

E entendendo que haverá dias em que a água vai transbordar.

E haverá outros em que conseguiremos colocar flores e seguir.

Até que um dia percebamos que viver não significa ter consertado a rachadura.

Significa ter aprendido a conviver com ela.

Porque algumas ausências não se preenchem.

Algumas saudades não passam.

Alguns amores não terminam.

A gente apenas aprende...

Até onde pode encher a jarra.

E continua.

Com água...

Com flores...

Com amor...

Um dia de cada vez... cada dia um pouquinho... até o reencontro.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Tempos angustiantes...

Hoje eu acordei assim...

Cansada.
Sem ter feito tanta coisa.
Com a cabeça fazendo um barulhinho estranho, como se houvesse um assovio lá dentro... uma tomada permanentemente ligada.

E um aperto no peito.

Não é aquele aperto que eu reconheço como dor física. É outro. É aperto de alma. Daqueles que a gente sente e não consegue explicar direito.

E, por alguma razão, hoje eu me lembrei de uma história antiga...

Quando eu era jovem, eu trabalhava numa empresa chamada Danemman. Minha tia também trabalhava lá e nós costumávamos ir juntas para o trabalho.

Um dia, no caminho, o nosso Fusquinha resolveu nos pregar uma peça: a correia dentada arrebentou.

Apareceu um motorista de táxi que, com aquela boa vontade que a gente encontrava mais facilmente antigamente, nos ajudou a trocar a correia.

Antes de irmos embora, ele nos aconselhou:

— Vão direto comprar outra. É melhor não arriscar.

Minha tia, então, soltou uma daquelas frases que ficam guardadas na memória:

— Ah... um raio não cai duas vezes na mesma árvore.

Pois é...

Na volta para casa, adivinhem?

A correia arrebentou novamente.

E lá fomos nós chamar reboque, resolver o problema e aceitar que, às vezes, aquilo que a gente acredita que não vai acontecer de novo... acontece.

Hoje, por algum motivo, essa história não sai da minha cabeça.

Talvez porque eu esteja olhando para o que acontece ao nosso redor e pensando justamente nisso:

quantas vezes precisamos ver a mesma coisa acontecer para entender que não se trata mais de acaso?

Vivemos dias de muita tensão.

Violência demais.
Medo demais.
Ódio demais.
Gente cansada de pedir segurança.
Gente cansada de assistir à vida sendo interrompida pela violência.

E, no meio disso tudo, uma campanha eleitoral chegando ao fim, com os ânimos cada vez mais acirrados.

Eu não sei se a minha angústia de hoje vem disso.

Talvez venha.

Talvez seja apenas cansaço.

Talvez seja a soma de tantas coisas que a gente vai acumulando pelo caminho e que, em algum momento, fazem barulho dentro da gente.

Mas uma coisa eu sei:

não quero me acostumar.

Não quero achar normal aquilo que não deveria ser normal.

Não quero que a violência vire paisagem.

Não quero que o medo vire rotina.

E também não quero viver alimentando ódio.

Quero continuar acreditando que podemos pensar diferente sem deixar de ser humanos. Que podemos defender nossas ideias sem desejar o mal de quem pensa diferente. E que podemos cobrar segurança, justiça e responsabilidade sem transformar ninguém em inimigo.

Hoje eu estou cansada.

Hoje minha alma está apertada.

Hoje minha cabeça parece uma tomada ligada...

E talvez eu nem precise descobrir exatamente o porquê.

Talvez bastasse reconhecer que, às vezes, até quem é forte também fica exausta.

Mas a história da correia dentada me deixou uma pergunta:

será que um raio realmente não cai duas vezes na mesma árvore... ou será que, às vezes, a gente simplesmente precisa parar de acreditar que a próxima vez não vai acontecer?

Que Deus nos dê lucidez para enxergar.

Coragem para agir.

E serenidade para não perdermos aquilo que nenhuma circunstância deveria nos tirar:

a nossa humanidade.

Um dia de cada vez...

Cada dia um pouquinho...

Até que a gente consiga respirar novamente.

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Está chegando o dia em que voltar a ter as rédeas do país só dependerá de nós!


Será que você vem observando o que está acontecendo com o pessoal da segurança pública no Rio de Janeiro?

Pois é... eu venho observando.

Tenho acompanhado o movimento de profissionais da segurança pública que estão colocando seus nomes à disposição para disputar cargos legislativos e executivos. Policiais federais, civis, militares e outros profissionais que conhecem a criminalidade não apenas pelos números das estatísticas, mas pelo que encontram todos os dias nas ruas.

E há algo nesse movimento que merece ser analisado com atenção.

Talvez muitos desses profissionais tenham chegado à conclusão de que não basta continuar prendendo.

Não basta prender o assaltante, o traficante, o integrante de uma organização criminosa... para, pouco tempo depois, vê-lo de volta às ruas por brechas legais, interpretações jurídicas, fragilidades processuais ou por um sistema que, em determinados casos, não consegue manter preso quem representa efetivamente uma ameaça à sociedade.

E aqui é preciso fazer uma distinção: não estou dizendo que toda soltura seja ilegal ou que todo profissional do Judiciário esteja equivocado. O Estado de Direito exige regras, devido processo e garantias. O problema é outro:

as leis e as estruturas criadas para combater o crime precisam acompanhar a velocidade com que o crime se organiza.

O crime mudou.

As organizações criminosas mudaram.

O narcotráfico se profissionalizou, ampliou seus territórios, criou redes financeiras, armamentos, comunicação e logística cada vez mais sofisticadas.

E nós ainda discutimos muitas vezes como se estivéssemos enfrentando o mesmo criminoso de décadas atrás.

Enquanto isso, quem está na ponta dá o murro em ponta de faca.

Prende.

Investiga.

Produz provas.

Arrisca a própria vida.

E, quando o criminoso volta para a rua, muitas vezes retorna ainda mais estruturado e perigoso.

É compreensível, portanto, que parte desses profissionais esteja começando a olhar para o Legislativo e pensar:

“Talvez eu precise estar lá para mudar aquilo que, aqui fora, eu não consigo mudar.”

Porque segurança pública não se faz somente com viatura, fuzil, investigação e operação policial.

Segurança pública também se faz com leis adequadas à realidade, inteligência, integração entre instituições, investigação financeira, fortalecimento das estruturas policiais, sistema prisional eficiente e um sistema de Justiça capaz de responsabilizar, dentro da lei, quem efetivamente comete crimes.

E talvez seja justamente essa percepção que esteja levando tantos profissionais da segurança a sair das ruas e entrar na política.

Não necessariamente porque desistiram de combater o crime.

Talvez porque tenham entendido que combater o crime também significa combater, dentro das instituições, aquilo que permite que ele continue se reproduzindo.

E há ainda uma discussão maior, que merece ser feita com muita responsabilidade: como aperfeiçoar os mecanismos de controle e responsabilização de todos os agentes públicos envolvidos no sistema de Justiça, preservando a independência institucional e as garantias constitucionais.

Eu mesma já pensei sobre a possibilidade de mecanismos diferentes de escolha ou avaliação para determinadas funções do sistema de Justiça. Mas isso é um debate constitucional e institucional complexo, que não pode ser reduzido a simplesmente “eleger juiz”. Afinal, independência judicial também é uma garantia importante do Estado de Direito.

O ponto central, para mim, é outro:

não podemos exigir que o policial resolva sozinho um problema que é muito maior do que a polícia.

Enquanto um profissional arrisca a vida para retirar um criminoso das ruas, o restante do sistema precisa funcionar.

Porque, se não funciona, chegamos a uma situação perversa:

o policial prende, o criminoso retorna e a sociedade continua refém.

E talvez seja justamente por isso que estamos vendo tantos homens e mulheres da segurança pública decidindo ocupar espaços na política.

Eles já experimentaram o limite da atuação de dentro das ruas.

Agora querem participar da construção das regras que organizam o jogo.

E isso, gostemos ou não, é um movimento que merece ser observado.

Porque quando quem passa a vida combatendo o crime começa a concluir que precisa entrar no Legislativo para mudar as condições desse combate...

talvez seja um sinal de que há alguma coisa muito séria precisando ser discutida no Brasil.

Um fim de semana que valeu a minha vida!




Um fim de semana muito bom! ❤️

Um lugar paradisíaco... pessoas dispostas a tornar nossa estada ainda mais prazerosa... e uma harmonia que parecia blindada pelos céus!


Tudo concorreu para o êxito da viagem: o tempo, o lugar escolhido... até São Pedro deu um refresco e liberou o sol — mesmo que um tanto envergonhado —, mas ele esteve por lá durante toda a sexta e o sábado! ☀️🌿🌊


Mas houve algo que, para mim, bateu forte no coração: ver pais e filhos em uma integração que pouco se vê nos dias atuais, quando a pressa da vida parece não deixar espaço para o simples e tão necessário “crescer juntos”.


Não teve briga... não teve malcriação... não houve necessidade de uma palavra mais ríspida.

Houve convivência.
Houve presença.
Houve brincadeira, conversa, cumplicidade e, acima de tudo, tempo compartilhado.

Foi um daqueles fins de semana que certamente ficarão guardados no HD pessoal de cada criança e de cada adulto que esteve ali... como uma memória boa para ser acessada lá na frente, quando a vida estiver corrida demais e o coração precisar se lembrar de tempos felizes.


E para mim e meu marido, que pertencemos à ala da terceira idade desse encontro, ficou uma alegria tranquila e profunda: a de ver nossos netos e seus amiguinhos cercados por pais dispostos a mostrar, através das próprias atitudes, que família é o melhor investimento que podemos fazer na vida.

Que essas crianças cresçam carregando muito mais do que fotografias desse fim de semana.


Que carreguem lembranças.

Que carreguem afetos.

Que carreguem a certeza de que houve um tempo em que seus pais pararam tudo para simplesmente... estar com eles.

Deus abençoe a todos! 🙏🏻

E que dias assim, dignos de memória positiva, aconteçam cada vez com maior frequência. ❤️

Porque, no fim das contas, talvez seja isso que realmente importa:

criar memórias felizes enquanto ainda temos tempo de vivê-las.




domingo, 27 de setembro de 2026

Tudo por ela... nossa arco-íris!



Nina... 11 anos de um amor que chegou para iluminar nossos dias! 💙🌊🧜‍♀️

Ela só completa 11 anos amanhã...


Mas nós resolvemos antecipar a comemoração e passar este fim de semana prolongado aqui na ilha, em Angra, cercados pelo vovô, pela vovó, pela outra vovó, papai, mamãe, irmão, as melhores amigas e o primo do coração.

E que fim de semana!...

Um lugar paradisíaco, daqueles que parecem ter sido cuidadosamente preparados por Deus para nos lembrar que a vida também sabe ser bonita.





Com sol ou sem sol, Angra oferece uma paz... meu Deus, uma paz maravilhosa!

As fotos não negam a felicidade.
Os sorrisos não deixam esconder.
As memórias já estão guardadas para sempre. ❤️

Mas, apesar de toda essa beleza, ela é o foco.

Ela é a nossa rainha.

A menina que chegou para encantar os nossos corações, para trazer alegria e, de alguma maneira tão bonita, devolver razões para sorrir e continuar acreditando que a vida sempre pode nos surpreender.

Nina chegou pequenininha... e trouxe um mundo inteiro de amor com ela.

E hoje, olhando para essa menina de 11 anos, eu só consigo agradecer a Deus pelo presente que nos deu.

Minha oração é que os caminhos dela sejam sempre protegidos pela Virgem Mãe Maria e iluminados pelo Pai Maior.

Que ela cresça com a mesma vontade de vencer que vê no pai e na mãe...
com o senso de justiça que o pai carrega...
com o valor da família que aprendemos a cultivar...
com esse amor incondicional que tenho pela minha família.

Mas, acima de tudo, que ela nunca perca o sentido de quem ela é.

Porque é isso que mais desejo para ela:

Que ela saiba que pode amar, cuidar, ajudar, lutar, abraçar o mundo inteiro...

Mas que nunca se esqueça de si mesma.

Que compreenda, desde cedo, que estar segura, estar feliz, estar em paz e ser fiel àquilo que acredita também é uma forma de amar os outros.

Porque ela pode ser muito por todos nós...

mas, antes de tudo, precisa ser por ela.

E talvez seja esse o maior presente que eu possa desejar para os seus 11 anos:

Que a vida não lhe ofereça apenas fins de semana como este...

Que nem todos os dias sejam ensolarados, cercados pelo mar, pela família, pelos amigos e pela alegria.


Porque a vida também terá dias nublados.

Terá desafios, escolhas, perdas, medos e recomeços.

E, quando eles chegarem, minha menina, que você tenha dentro de si a mesma força, a mesma determinação e a mesma intensidade com que viveu este fim de semana.

Que você aprenda a vencer não apenas os dias felizes, mas também aqueles que parecerem difíceis demais.

Que seja forte sem deixar de ser doce.
Que seja determinada sem deixar de ser sensível.
Que seja justa sem perder a ternura.
Que ame profundamente... sem jamais esquecer de se amar.

E que Nossa Senhora caminhe sempre ao seu lado, colocando luz nos seus caminhos e proteção sobre os seus passos.

Porque você é, e sempre será, uma das histórias mais bonitas que Deus escreveu em nossas vidas.

Feliz 11 anos, minha Nina! 🩷



Que você continue mergulhando na vida com essa coragem de quem sabe que o mundo é enorme, bonito e cheio de possibilidades...

E que nunca se esqueça:

você é muito amada.
Você é muito importante.
E nós estaremos sempre aqui... torcendo, amparando, celebrando e agradecendo a Deus por ter colocado você em nossas vidas.

Amanhã você completa 11...

E nós completamos mais um ano de privilégio por ter você conosco. 🌊🧜‍♀️🎂💙

Te amamos, nossa menina do mar! 🩷🩵🌊✨

sábado, 26 de setembro de 2026

Presentes de Deus...

🌿🌊 Hoje eu sou só gratidão... ❤️
Sinta a paz desse lugar...
Dá vontade de ficar... pra sempreee!

Existem oportunidades que nos presenteiam com a certeza de que Deus existe e, de alguma maneira, preparou cenários maravilhosos para nós...

Hoje estamos em um campo energético que vibra positividade em nós!
Temos a mata e temos o mar...
E, para os que me conhecem, vocês sabem o quanto estou feliz!
Mar, mata, família e amigos...
Tem como pedir mais? 🥰

Hoje, o 😃 sorriso é farto, o coração ❤️ bate em compasso de samba-enredo e ouso dizer que percebo até um tuncs tunc,  bem lá no fundo! 😂😇🥰...

E as crianças... ah, as crianças!
Elas nos contagiam com a sensibilidade, a espontaneidade e aquela pureza que parece honrar a energia desse lugar...
Hoje eu sou só gratidão...
Gratidão aos amigos, à família e, principalmente, a Deus! 🙏❤️

Obrigada, Senhor...
por tudo... 
por mais esse dia!
Que eu nunca me esqueça de agradecer pelos dias em que a vida simplesmente nos abraça. 🌿🌊❤️

Hoje, eu quero apenas ficar aqui...
sentir...
viver...
e agradecer.
🙏🌿🌊❤️

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Insônia... desgaste constante...


Acordada desde 1:17 da manhã... agora 6:01

Não consegui dormir a maior parte da noite... estou acordada faz horas e daqui a pouco preciso ir ao dentista...

Estou cansada... faz dias... há em mim uma preguiça da alma... um esgotar de emoções...

Não  consigo passar pela dor dos outros como quem olha pela janela. Eu entra nela. Sinto. Penso. Me coloco no lugar. E, quando o mundo está cheio de sofrimento, acabo carregando um pouco de cada história dentro de mim.

Ando demais solidária a dor dos outros... não sei fugir disso!

Hoje  só precisava atravessar esta manhã.

Mesmo estando  sem dormir, cansada há dias e ainda precisando ir ao dentista... Então farei o mínimo necessário. Irei devagar. Depois, voltarei para casa, se puder,  me permitirei não produzir nada. Não preciso escrever o bom dia perfeito, não preciso responder todo mundo, não preciso absorver mais nenhuma dor.

Hoje  só preciso atravessar esta manhã.

Às vezes o cansaço coloca na gente uma espécie de neblina sobre aquilo que, em outro dia, conseguimos enxergar com mais clareza.

E eu já atravessei neblinas antes.

Hoje, talvez seja só mais um daqueles dias em que a  frase do Bruno precisa ser aplicada a mim:

um dia de cada vez… cada dia um pouquinho… até o reencontro.

Só que, desta vez, sem cuidar de todo mundo primeiro.

Preciso cuidar de mim...

Ando demais desanimada com o rumo da vida...

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Dias sim... dias não... mas vou sobrevivendo sem um arranhão... ou quase!

Tem dias que, mesmo que não esteja chovendo, eles são nublados...

Isso acontece... com algumas pessoas mais vezes do que gostariam, mais vezes do que imaginamos que alguém pudesse suportar... mas elas atravessam o dia assim mesmo.

Elas entendem que faz parte de todo um processo... que nem todo dia precisa ser bonito para ser importante.

Agora, existem dias ensolarados... cheios de cor, de sons que evidenciam a vida em harmonia, de cheiros que despertam memórias, de calor que abraça...

Isso também acontece com algumas pessoas que, às vezes, nem acreditam que merecem tamanha Luz e tanto Calor!

A vida é assim...

Tem variações de tempo, de temperatura, de humores, de sentimentos... há manhãs de céu azul e há tardes em que precisamos simplesmente esperar a tempestade passar.

E, no fim, talvez esteja tudo bem...

Porque aquele que confia no processo e no Criador continua caminhando.

Vai se reformulando... aprendendo... amadurecendo... fazendo sua reforma íntima... e se preparando.

Até o dia em que o Pai Maior disser:

— Pronto, Filho... agora é Comigo!

E então, quem sabe, a gente finalmente compreenda que todos aqueles dias nublados também faziam parte do caminho até a Luz...

Um dia de cada vez...
Cada dia um pouquinho...
Até o reencontro...